Sem ‘medalhões’, MDB atrai novos e aposta em solução caseira para o sonho de três cadeiras na Assembleia

O ex-governador André Puccinelli está “raspando o tacho” para formar uma chapa com corpo suficiente para eleger pelo menos três cadeiras na Assembleia Legislativa, o que repetiria o feito do partido na eleição passada.

O ex-governador, que organiza a chapa do partido, perdeu dois fortes candidatos nos últimos dias. Os deputados Márcio Fernandes e Renato Câmara se mudaram para PL e Republicanos, respectivamente.

O ex-deputado Jerson Domingos escolheu se filiar ao União Brasil e o ex-deputado Eduardo Rocha se filiou ao PSDB. Sem os quatro, o plano de fazer pelo menos quatro deputados ficaram apenas no sonho.

Agora, Puccinelli corre contra o tempo para reverter o prejuízo e atingir a meta de três cadeiras. Para isso, conta justamente com esta ausência de “medalhões” para atrair pré-candidatos.

A justificativa é de que a terceira vaga pode ser conquistada e em condições de igualdade entre todos, visto que não terá os esperados “campeões de voto” na chapa.

Nos últimos dias, o partido filiou a ex-prefeita de Navirai, Rhaiza Matos, filha do ex-deputado Onevan de Matos, e o ex-vereador de Campo Grande, Professor André.

A chapa terá André Puccinelli e Junior Mochi (MDB) como favoritos (na teoria), mas ainda contará com ex-prefeitos, vices e vereadores. Um deles, o de Campo Grande, Junior Coringa.

O partido ainda tenta convencer filiados tradicionais a entrarem na disputa. Entre eles, o ex-prefeito de Rio Brilhante, Sidney  Foroni, e o ex-prefeito de Bataguassu, Akira Otsubo.

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